Resultados da Gerdau no 1º trimestre<p>​- EBITDA ajustado alcança R$ 853 milhões nos três primeiros meses de 2017.</p><p style="text-align&#58;left;">- Redução nas despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&amp;A) chega a 32% no 1º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e 18% em relação ao quarto trimestre de 2016.</p><p style="text-align&#58;left;">- Gerdau anuncia formação de <em>joint venture</em> na Colômbia e, ao mesmo tempo, segue executando estratégia de focar em seus ativos com maior rentabilidade, o que resultou em R$ 441 milhões de desinvestimentos em 2017.</p><p style="text-align&#58;left;">&#160;</p><p>Nos três primeiros meses de 2017, a receita líquida da Gerdau foi de R$ 8,5 bilhões, uma redução de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior devido ao efeito cambial no período sobre o desempenho das unidades no exterior e à venda das unidades na Espanha. As vendas físicas, por sua vez, alcançaram 3,6 milhões de toneladas de produtos de aço, volume 7% menor frente ao mesmo período do ano anterior. Já a produção de aço, de 4 milhões de toneladas, apresentou 3% de decréscimo.</p><p>&#160;A geração de caixa operacional (EBITDA) consolidada ajustada, de R$ 853 milhões, foi 8% inferior perante o primeiro trimestre do ano anterior, decorrente do menor lucro bruto, parcialmente compensado pela redução de R$ 205 milhões nas despesas com vendas gerais e administrativas. Entretanto, quando comparado com o quarto trimestre de 2016, o EBITDA consolidado ajustado evoluiu 19%, cujo destaque foi o crescimento de 47% na Operação Brasil (exclui unidades de aços especiais), reflexo da melhora do mix de produtos oferecido ao mercado, entre outros fatores. De janeiro a março, o lucro líquido consolidado foi de R$ 824 milhões. No entanto, desconsiderando o evento extraordinário, a Companhia apresentou um prejuízo líquido consolidado ajustado de R$ 34 milhões, em razão do menor EBITDA no período analisado.</p><p>O resultado da Gerdau no primeiro trimestre de 2017 foi influenciado por um evento extraordinário relativo à reversão da provisão para contingência referente à exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições para o PIS e a COFINS, constituída de 2009 a 2016. Essa reversão foi baseada na conclusão do julgamento pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu pela inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na referida base de cálculo, e está amparada pelo posicionamento dos assessores jurídicos da Companhia de que a probabilidade de perda nas ações em curso passou a ser remota a partir da decisão do STF. Portanto, o efeito líquido dessa reversão e de outras provisões no resultado da Companhia no trimestre foi de R$ 858 milhões.</p><p>A Gerdau enfatiza, contudo, que, existe a possibilidade de o STF entender que é necessário aplicar o mecanismo da modulação a essa decisão, a qual é utilizada para determinar os efeitos temporais de uma decisão de inconstitucionalidade. Caso o STF aplique o mecanismo da modulação, limitando os efeitos da decisão no tempo, poderá ser necessária uma reavaliação do risco de perda associado às referidas ações, com a consequente necessidade de constituição de novas provisões sobre esse tema no futuro.</p><p>&quot;O desempenho no primeiro trimestre, excetuando o evento extraordinário, reflete o momento desafiador que a indústria mundial do aço vem enfrentando, em que se destacam o excesso de capacidade instalada e práticas de comércio desleais de alguns países no mercado global. No Brasil, acreditamos em uma evolução gradual do mercado a partir do segundo semestre de 2017. Na América do Norte, a expressiva entrada de aço importado segue impactando a rentabilidade do setor, mas as perspectivas de crescimento do mercado são positivas. Nossas prioridades para 2017 seguirão sendo a geração de fluxo de caixa livre, a seletividade de CAPEX, a redução dos indicadores de endividamento e a estratégia de focar em nossos ativos de maior rentabilidade. Neste ano, formamos uma <em>joint venture</em> na Colômbia e realizamos desinvestimentos no valor de R$ 441 milhões&quot;, afirma André Gerdau Johannpeter.</p><p>Ao longo do trimestre, os mercados atendidos pela Gerdau tiveram desempenhos distintos. No Brasil, as vendas para o mercado interno (não inclui as unidades produtoras de aços especiais) foram 4% inferiores em relação ao mesmo período do ano anterior e somaram 863 mil toneladas devido ao menor nível de atividade da construção civil. A redução foi parcialmente compensada pelas maiores vendas de aços planos, alinhadas à estratégia de diversificação do portfólio de produtos da Empresa. As vendas de aços planos, no primeiro trimestre de 2017, representaram 28% dos volumes vendidos no mercado interno. No período, as menores oportunidades no mercado internacional acarretaram numa redução de 22% nas exportações da Gerdau, que totalizaram 412 mil toneladas.</p><p>As operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 1,6 milhão de toneladas nos primeiros três meses de 2017, 3% a mais do que no mesmo período do ano passado, em razão da melhora no mercado da construção não-residencial e da indústria. Já as unidades da América do Sul (exceto Brasil) contabilizaram 489 mil toneladas vendidas, patamar 3% menor frente aos três primeiros meses de 2016. As vendas realizadas pela Operação de Negócio de Aços Especiais (incluindo usinas no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia), por sua vez, totalizaram 441 mil toneladas, uma queda de 30% frente ao primeiro trimestre de 2016, devido à alienação das unidades da Espanha.</p><p style="text-align&#58;center;"><strong><em>Joint venture </em></strong><strong>na Colômbia é anunciada e desinvestimentos somam R$ 441 milhões em 2017</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">Em 2017, a Gerdau deu continuidade a sua estratégia de focar em seus ativos de maior rentabilidade e, de janeiro a maio, realizou desinvestimentos que totalizaram R$ 441 milhões. Em março, a Gerdau também assinou contrato para criação de uma <em>joint</em> <em>venture, </em>a partir da venda de 50% de sua participação na Gerdau Diaco, na Colômbia, com a Putney Capital Management, que já é sócia em sua operação na República Dominicana. A transação atribuiu à <em>joint venture </em>um valor econômico de R$ 523 milhões, sendo que a parte referente aos 50% da Gerdau soma R$ 262 milhões. A transação ainda não está concluída e, por isso, Gerdau Diaco continuou sendo reportada como empresa controlada no balanço do primeiro trimestre. Além disso, foram vendidas quatro unidades de transformação de aços especiais e cinco plantas de produtos para construção civil nos Estados Unidos, cujo valor econômico totalizou R$ 179 milhões.​</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos da Gerdau alcançam R$ 237 milhões no primeiro trimestre</strong></p><p>&#160;No primeiro trimestre, foram desembolsados R$ 237 milhões para a realização de investimentos em ativo imobilizado (CAPEX).&#160; Para o exercício de 2017, a previsão de desembolso de CAPEX é de R$ 1,3 bilhão, em linha com o realizado em 2016. O foco dos investimentos é a melhoria de produtividade das operações e manutenção.</p><p style="text-align&#58;center;">&#160;<strong>​Gerdau não irá antecipar pagamento de dividendo neste trimestre</strong></p><p>De janeiro a março, o lucro líquido consolidado foi de R$ 824 milhões e foi influenciado pelo evento extraordinário relativo à reversão da provisão para contingência no valor de R$ 858 milhões. Considerando a possibilidade do STF efetuar a aplicação de modulação da decisão de inconstitucionalidade de forma prospectiva, o que poderia limitar a produção dos seus efeitos para os contribuintes, a Companhia não está propondo a distribuição de dividendos em antecipação ao dividendo mínimo obrigatório neste momento, acompanhando o tema até que haja a definição pelo STF.</p><p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</p>https://www.gerdau.com04/05/2017 13:30:0904/05/2017 13:30:09
Gerdau Summit inicia operações em São Paulo<p style="text-align&#58;left;">​<em>​Produção da joint venture em Pindamonhangaba abastecerá a construção de novos parques eólicos no País e atenderá a demanda dos segmentos de açúcar e álcool, óleo e gás e mineração</em></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau e as companhias japonesas <em>Sumitomo Corporation </em>e <em>The Japan Steel Works (JSW) </em>realizam hoje, dia 28 de março, a cerimônia de lançamento da <em>joint venture </em>Gerdau Summit em Pindamonhangaba (SP), com investimentos previstos de R$ 280 milhões. O novo empreendimento terá capacidade instalada anual de 50 mil toneladas por ano, voltadas para atender o setor de energia eólica e as indústrias de açúcar e álcool, óleo e gás, assim como o segmento de mineração. A produção de peças para o setor eólico está prevista para começar no início de 2018. No entanto, já estão sendo produzidas em Pindamonhangaba peças forjadas para o setor de açúcar e álcool e cilindros de laminação para a indústria do aço e do alumínio.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau detém 59% de participação na empresa e está realizando o aporte, principalmente, por meio dos ativos já existentes para produção de cilindros. Já a participação da Sumitomo é de 39% e da JSW de 2%.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Sumitomo Corporation e a The Japan Steel Works (JSW) são empresas com vasto conhecimento do mercado mundial de energia eólica e domínio tecnológico do processo produtivo de componentes para o setor. A união da expertise das duas companhias japonesas ao potencial industrial e capacidade de inovação da Gerdau permitirá a produção brasileira de peças para abastecer a construção de novos parques eólicos no País, oferecendo aos clientes produtos de elevada qualidade e competitividade em custos.&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;">Com o início da operação da <em>joint venture</em>, a Empresa espera crescer, até 2020, cerca de 70% a produção de peças forjadas para o setor eólico, peças fundidas e forjadas para outros segmentos, e cilindros de laminação. Para atender essa demanda, a Gerdau Summit deve gerar aproximadamente 100 novos postos de trabalho diretos em Pindamonhangaba.</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>&quot;</strong>A aliança entre Gerdau, Sumitomo e JSW permitirá crescermos juntos, compartilhar bons resultados e contribuir para o desenvolvimento de um setor que gera energia limpa e sustentável&quot;, afirma Guilherme G. Johannpeter, Vice Presidente Executivo de Aços Especiais e Aços Longos América do Sul da Gerdau. Segundo Takeshi Murata, diretor executivo da Sumitomo Corporation, &quot;a nova empresa contribuirá para atender as crescentes necessidades em infraestrutura no Brasil e em outros mercados do mundo nos próximos anos, particularmente nos países latino-americanos&quot;. Para Takashi Shibata, Diretor Executivo da The Japan Steel Works, &quot;a Gerdau Summit reúne pontos fortes das três empresas envolvidas e acredito que se tornará uma empresa líder em forjados e fundições na América Latina e também em todo o mundo&quot;.</p><p style="text-align&#58;justify;">As perspectivas para o setor eólico no Brasil são promissoras. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, o País possui cerca de 430 parques eólicos e, até 2020, deverão ser construídos mais 330 parques. A capacidade eólica instalada atual no País responde por 7% (10,74 GW) da matriz de energia elétrica. Em 2020, deverá alcançar 11% de participação (18,7 GW).</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Gerdau reativa laminador em Pindamonhangaba</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau realizou recentemente a reativação de um laminador de barras redondas, na usina de Pindamonhangaba, cujas atividades estavam temporariamente paralisadas em razão da menor demanda da indústria automotiva. O laminador tem capacidade instalada de 500 mil t/ano. Atualmente, todos os três laminadores da usina de Pindamonhangaba estão em operação.</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p><a href="/">www.gerdau.com</a></p><p><a href="http&#58;//www.facebook.com/GerdauSa">www.facebook.com/GerdauSa</a>&#160;&#160; </p><p>@gerdau (<a href="http&#58;//twitter.com/gerdau">http&#58;//twitter.com/gerdau</a>)</p><p><a href="http&#58;//www.linkedin.com/company/gerdau">www.linkedin.com/company/gerdau</a> </p>https://www.gerdau.com/br28/03/2017 18:15:2728/03/2017 18:15:27
Gerdau encerra o ano com R$ 38 bilhões de receita líquida<p></p><p>- EBITDA ajustado consolidado atinge R$ 4 bilhões, mesmo com cenário desafiador para a indústria do aço global e recessão econômica no Brasil, e lucro líquido consolidado ajustado totaliza R$ 91 milhões.</p><p>- Geração de caixa livre, uma das prioridades da gestão financeira da Empresa, chega a R$ 2,3 bilhões no acumulado do ano, com destaque para o valor de R$ 1,2 bilhão alcançado no quarto trimestre. É o sétimo trimestre consecutivo com geração positiva na Gerdau.</p><p>-&#160;Esforço de gestão da Empresa também se reflete nas reduções do Capex, das despesas com vendas, gerais e administrativas e da dívida líquida.</p><p>- Desinvestimentos somam R$ 1,3 bilhão em 2016, seguindo a estratégia da Empresa de focar em seus ativos com maior rentabilidade.</p><p>A Gerdau encerrou o ano de 2016 com receita líquida consolidada de R$ 37,7 bilhões, uma redução de 14% em relação a 2015 decorrente, principalmente, dos menores volumes de vendas de aço em todas as operações e da alienação das unidades aços especiais da Espanha. As vendas físicas e a produção somaram 16 milhões de toneladas, apresentando, respectivamente, decréscimo de 8% e 7% em relação ao ano anterior.</p><p>O resultado da Gerdau no ano de 2016 também foi influenciado por itens não-recorrentes, relativos a baixas contábeis, principalmente de imobilizados e ágio, no valor de R$ 2,9 bilhões, sem impacto no caixa. Com isso, a empresa está apresentando o EBITDA e lucro líquido ajustados, de forma a melhor refletir seu desempenho e o respectivo trabalho interno de gestão em todas as suas operações. Nessa linha, a geração de caixa operacional (EBITDA) ajustada, sem os itens não-recorrentes, alcançou R$ 4 bilhões, 10% de redução frente a 2015, em virtude do menor lucro bruto, parcialmente compensado pela redução de R$ 343 milhões nas despesas com vendas, gerais e administrativas. O lucro líquido consolidado ajustado, por sua vez, foi de R$ 91 milhões e, considerando os itens não-recorrentes, o resultado contábil foi negativo em R$ 2,9 bilhões.</p><p>&quot;Apesar dos desafios do setor do aço globalmente e da recessão econômica no Brasil, atingimos resultados positivos no exercício e, ao mesmo tempo, cumprimos as prioridades estabelecidas para 2016, graças ao forte esforço de gestão de nossas equipes em todas as operações. Em 2016, alcançamos R$ 2,3 bilhões de geração de caixa livre, reduzimos os investimentos em 43% em relação ao ano anterior e diminuímos em 13% as despesas gerais, administrativas. Com isso, conseguimos reduzir a dívida liquida em 26% e melhorar nossos indicadores de alavancagem. Somam-se a isso os desinvestimentos de R$ 1,3 bilhão realizados em 2016, fruto de nossa estratégia de focar em ativos com maior rentabilidade. Diante de todos esses movimentos, tivemos nossos esforços reconhecidos pelo mercado de capitais ao longo do ano, o que se refletiu na expressiva alta das ações da Gerdau S.A e da Metalúrgica Gerdau S.A em 2016, afirma o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter&quot;.</p><p>No quarto trimestre, a receita líquida da Gerdau foi de R$ 8,6 bilhões, uma redução de 18% perante o mesmo período de 2015. As vendas físicas atingiram 3,8 milhões de toneladas, uma redução de 2% frente ao mesmo período de 2015 e a produção totalizou 3,3 milhões de toneladas, apresentando 14% de diminuição. De outubro a dezembro, a geração de caixa operacional (EBITDA) ajustada foi de R$ 716 milhões, um decréscimo de 21% em relação ao quarto trimestre de 2015. Nos três últimos meses de 2016, a Gerdau apresentou resultado líquido negativo consolidado ajustado de R$ 205 milhões e, considerando os itens não-recorrentes, o resultado contábil foi negativo em R$ 3 bilhões no quarto trimestre de 2016.</p><p>Ao longo dos doze meses de 2016, as vendas físicas caíram em todos os mercados atendidos pela Gerdau. No mercado interno brasileiro, foram comercializados 3,7 milhões de toneladas em 2016, retração de 13% frente a 2015 pelo menor nível de atividade da construção civil e da indústria. No entanto, as exportações a partir do Brasil apresentaram aumento de 9%, atingindo 2,4 milhões de toneladas, devido ao esforço comercial realizado junto ao mercado internacional.</p><p>Em 2016, as operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 6 milhões de toneladas, 4% de redução em relação ao ano anterior, o que se deveu à contínua entrada de produtos importados na região e ao momento de cautela quanto à definição das eleições presidenciais nos Estados Unidos, suavizado pela manutenção da boa demanda para o setor da construção não-residencial na região. Já na América do Sul (não inclui operações no Brasil), as vendas somaram 2,1 milhões de toneladas, uma redução de 6% no ano em relação a 2015.</p><p>Na operação de aços especiais (inclui usinas no Brasil, Estados Unidos e Índia), foram vendidos 2,1 milhões de toneladas em 2016, 20% de diminuição em relação ao ano anterior, em razão da alienação das unidades na Espanha e, em menor proporção, à queda nos volumes comercializados pelas unidades do Brasil.</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>&#160;</strong><strong>Desinvestimentos somam R$ 1,3 bilhão em 2016</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau segue executando sua estratégia de focar em seus ativos de maior rentabilidade e, em 2016, os desinvestimentos totalizaram&#160;R$ 1,3 bilhão, considerando o seu valor econômico,&#160;relativos à venda das unidades de aços especiais na Espanha, de uma usina de aços longos na Colômbia, da Cleary Holdings Corp (produtora de coque e detentora de reservas de carvão coqueificável na Colômbia), da participação de 30% na empresa Corporación Centroamericana del Acero e de unidades de transformação e terrenos nos Estados Unidos. Desde 2014, os desinvestimentos já somam R$ 2,4 bilhões. Ao longo desses três anos, foram vendidos 13 ativos nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina.</p><div style="text-align&#58;center;"></div><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos totalizam R$ 1,3 bilhão no ano de 2016</strong></p><p>No ano de 2016, os investimentos em ativo imobilizado foram de R$ 1,3 bilhão, o que representa 43% de redução em relação ao exercício anterior, refletindo a seletividade nas aprovações de novos investimentos. Os destaques do ano foram a conclusão dos investimentos em aços planos, com a entrada em operação do laminador de chapas grossas na Usina Ouro Branco, e a finalização da construção da aciaria na Argentina, cuja entrada em operação está prevista para março de 2017.</p><p>Para o exercício de 2017, a Gerdau seguirá sendo restritiva no CAPEX, com previsão de desembolso de R$ 1,3 bilhão, focando na melhoria de produtividade e manutenção de suas plantas.​</p><div style="text-align&#58;center;"></div><p style="text-align&#58;center;"><strong>Gerdau S.A. distribui R$ 85,4 milhões em dividendos em 2016</strong></p><p>No exercício de 2016, a Gerdau S.A. destinou R$ 85,4 milhões (R$ 0,05 por ação) para pagamento de dividendos, distribuídos por conta de lucros obtidos nos primeiros nove meses de 2016 e por reservas de lucros pré-existentes.</p><p>A Metalúrgica Gerdau S.A, por sua vez, apresentou prejuízo líquido de R$ 1,4 bilhão em 2016. Mesmo que o resultado fosse ajustado pelo percentual de participação sobre os eventos extraordinários da Gerdau S.A. no exercício, o prejuízo da Metalúrgica Gerdau S.A. teria sido de R$ 239 milhões. Em função desse prejuízo acumulado e de compromissos financeiros superiores à sua geração de caixa, a Companhia não distribuiu dividendos no exercício de 2016.</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.&#160;</p><p>​</p>https://www.gerdau.com/br22/02/2017 14:47:2222/02/2017 14:47:22
Gerdau apoia mais de 600 projetos sociais voltados à educação<p style="text-align&#58;center;"><span>Em 2016, a empresa</span><em> beneficiou cerca de 200 comunidades</em></p><p style="text-align&#58;justify;">​Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das comunidades em que atua, a Gerdau apoiou mais de 600 projetos sociais ao longo do último ano. A empresa contou também com a atuação voluntária dos colaboradores e investiu mais de 23 milhões de reais nos projetos realizados nos países onde está presente. Conduzidas pelo Instituto Gerdau, área responsável pelas políticas e diretrizes de responsabilidade social da companhia, as iniciativas tiveram como foco prioritário as áreas de educação e gestão.</p><p>Um dos programas apoiados pela Gerdau tem a intenção de estimular o empreendedorismo nos jovens em idade escolar. O projeto &quot;Miniempresa&quot;, realizado em parceria com a Junior Achievement, associação educativa sem fins lucrativos, estimula os alunos a descobrirem o funcionamento de uma empresa. Apoiadora da iniciativa desde 1994, a Gerdau colabora com diversos programas de educação da ONG em diversos países. Somente em 2016, a parceria de sucesso beneficiou mais de 4 mil estudantes apenas no Brasil, com a participação de voluntários da empresa.</p><p>&quot;A Gerdau entende que o trabalho voluntário organizado funciona como um agente transformador da sociedade. Estamos honrados com as conquistas que alcançamos ao longo dos anos e seguiremos trabalhando nesse sentido em 2017, junto às comunidades das regiões onde estamos presentes&quot;, destaca Renato Gasparetto, diretor de Assuntos Institucionais e Responsabilidade Social da Gerdau.</p><p>&#160;</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</p>https://www.gerdau.com/br17/02/2017 19:33:3017/02/2017 19:33:30
Gerdau investe em novas soluções para o setor automotivo<p></p><p style="text-align&#58;center;"><em>Parcerias com IPT, CBMM e SENAI fazem parte do escopo do projeto</em></p><p><span style="text-align&#58;justify;">A sustentabilidade tem sido a base do avanço tecnológico no setor automotivo nos últimos anos. Diante disso, as empresas buscam aprimorar produtos e processos visando o aumento de eficiência e redução de custos na cadeia de produção. Pensando nos atuais desafios da indústria, a Gerdau, líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços para o setor automotivo, anuncia uma série de parcerias com as renomadas organizações IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) e Instituto SENAI de Inovação para o desenvolvimento de novas soluções</span><span style="text-align&#58;justify;">.</span></p><p style="text-align&#58;justify;">&quot;Fomentamos a inovação por meio de iniciativas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – PD&amp;I para que tragam benefícios para toda a cadeia de valor. Na Gerdau, buscamos estabelecer uma comunicação permanente com o setor automotivo, sendo referência na oferta de soluções em aços especiais e queremos ser a marca mais lembrada pelas montadoras no desenvolvimento de novos motores e veículos&quot;, destaca Carlos Daroit, gerente de Tecnologia de Aços Especiais da Gerdau.</p><p style="text-align&#58;center;">​&#160;​<strong style="text-align&#58;center;">Aplicações especiais para o setor automotivo</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">Uma das tendências deste mercado é o aumento da durabilidade de seus componentes. Esse comportamento se dá pela ampliação do período de garantia dos veículos. E para cumprir esses objetivos, o estudo e desenvolvimento da aplicabilidade dos aços limpos, que apresentam redução na densidade, na área e na severidade das inclusões, é de grande importância, pois apresentam maior resistência à fadiga, quando comparados aos aços convencionais, o que implica em maior durabilidade.</p><p style="text-align&#58;justify;">O desenvolvimento de aços bainíticos é outro tema estudado para ser empregado na confecção de diversos tipos de peças de motores de veículos leves e pesados, tais como virabrequins e bielas. Trata-se de aços para forjamento a quente com estrutura bainítica sob resfriamento contínuo, combinando alta resistência mecânica e alta tenacidade, possibilitando aumento de vida em fadiga, redução de peso e eliminação de etapas de tratamento térmico durante o processo produtivo.</p><p style="text-align&#58;justify;">Outros estudos que serão desenvolvidos pela Gerdau envolvem o processo de laminação termocontrolada. O objetivo é elevar a resistência mecânica por meio de refino de grão e de formação de pequenos precipitados. Além do projeto de usinabilidade melhorada, que tem como objetivo tornar os aços mais fáceis de serem usinados sem perdas em propriedades mecânicas e sem danos ambientais, há também o estudo de cementação em temperaturas elevadas para a redução do tempo de seu ciclo.</p><p style="text-align&#58;justify;">Para realizar esses estudos e viabilizar os projetos, a Gerdau conta com um Centro de Pesquisa localizado na unidade de Charqueadas – RS. O local conta com profissionais especializados no desenvolvimento de soluções inovadoras, que trazem valor à cadeia, com destaque para a automotiva, além de fomentar parcerias com universidades e centros de pesquisa no Brasil e no exterior, tornando-se referência mundial na fabricação de aços especiais.​</p>https://www.gerdau.com/br09/02/2017 18:22:2409/02/2017 18:22:24
Empresas do setor de construção realizam programa de aceleração inédito no Brasil<p></p><ul><li><em>Resultado da parceria entre Gerdau, InterCement, Tigre e Vedacit, programa terá investimento de até R$ 2,5 milhões </em></li></ul><p>&#160;</p><ul><li><em>Inscrições estão abertas até o dia 9 de janeiro de 2017</em></li></ul><div><i><br></i></div><p style="text-align&#58;justify;">Com o objetivo de aumentar a sinergia e fomentar o universo empreendedor, a Gerdau, líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo, se uniu a Intercement, Tigre e Vedacit para um programa inédito de aceleração de startups, coordenado pela ACE, uma das mais reconhecidas aceleradoras da América Latina. Denominado Work in Progress – W.I.P., o projeto nasce para suprir as necessidades das grandes cidades brasileiras, que visam cada vez mais projetos disruptivos com foco em soluções que aumentem a qualidade de vida dos habitantes e, ao mesmo tempo, sejam sustentáveis e eficientes para o ecossistema urbano. A iniciativa contará com um investimento de até R$ 2,5 milhões durante as etapas de aceleração.</p><p style="text-align&#58;justify;">As startups têm até o dia 9 de janeiro para submeter propostas ao primeiro edital do Work in Progress. Nessa fase inicial, serão selecionadas seis companhias, que receberão mentoria de líderes das empresas e treinamentos focados no desenvolvimento de suas ideias. &quot;O processo de aceleração de startups integra a estratégia de&#160;<em>open innovation</em>&#160;da Gerdau que visa debater e buscar soluções que possam atender nossas necessidades e dos nossos clientes. Por meio do relacionamento direto com as startups, temos acesso ao que há de mais inovador no mercado, alavancando os negócios da cadeia de valor&quot;, destaca Gustavo Werneck, Diretor da Operação Aços Brasil da Gerdau.</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;"><span style="text-decoration&#58;underline;"><strong>Áreas de atuação do programa</strong></span></p><p style="text-align&#58;justify;">Foram selecionadas quatro frentes nas quais os empreendedores podem se inscreverem e ingressar no programa&#58;</p><p style="text-align&#58;justify;"><em>Ambiente Residencial</em></p><p style="text-align&#58;justify;">Preferencialmente soluções focadas em eficiência e monitoramento, além de soluções que tragam o aprofundamento de dados sobre o consumidor.</p><p style="text-align&#58;justify;"><em>Ambiente Industrial/Comercial</em></p><p style="text-align&#58;justify;">Projetos que otimizem informações sobre o consumo de insumos da Construção Civil, trazendo a inovação para dentro de plantas industriais.&#160; </p><p style="text-align&#58;justify;"><em>Inovação nos Serviços Externos</em></p><p style="text-align&#58;justify;">Soluções que impactem diretamente o trabalho de Incorporadoras e Construtoras e que tragam soluções ao ambiente urbano tradicional, para segurança, consumo, administração e qualidade à mão-de-obra do setor. </p><p style="text-align&#58;justify;"><em>Serviço de Valor Agregado</em></p><p style="text-align&#58;justify;">Soluções como produtos de crédito imobiliário, voltados a BI, à redução do déficit habitacional, e que gerem /valor para os negócios das empresas parceiras do programa W.I.P.</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>Serviço</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">As startups interessadas podem se inscrever até o dia <em>9 de janeiro</em> no site da ACE (<a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__goace.vc_&amp;d=DgMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=bobGsrSdUUcI_anVY5Yaq_KKKkiuKehbS6RQpn_TDWw&amp;m=AM4EWjbVlnxrXS9jbipOQ4cEPNWbrOkksFdlfeYAOsY&amp;s=ntfIzl0RJLNOudo9g0SPHBKtLxTdKWxrIj1GtfuEZX8&amp;e=">goace.vc</a>), onde há mais informações sobre o programa. O início da incubação está prevista para abril de 2017 </p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</p><p><a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.gerdau.com&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=qLnNh46GB64kz0rsW3SOkwFDDnsEaC6_DhMovr8W6xc&amp;s=Adpvt9IqT9F4wlDmLgGODGTy3IuiiqxID54Bfa0fCgw&amp;e=">www.gerdau.com</a></p><p><a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.facebook.com_GerdauSa&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=qLnNh46GB64kz0rsW3SOkwFDDnsEaC6_DhMovr8W6xc&amp;s=yND4j5MVBw1B9lX3bi3a91u5EZVMWcnhM01lyvrTTMY&amp;e=">www.facebook.com/GerdauSa</a></p><p>@gerdau (<a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__twitter.com_gerdau&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=qLnNh46GB64kz0rsW3SOkwFDDnsEaC6_DhMovr8W6xc&amp;s=oLKYuJubWHD5BFCAw1H20bzUzvLAFYuMEBAy7kAaH5g&amp;e=">http&#58;//twitter.com/gerdau</a>)</p><p><a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.linkedin.com_company_gerdau&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=qLnNh46GB64kz0rsW3SOkwFDDnsEaC6_DhMovr8W6xc&amp;s=r177QngRmNqFcEypcN9UzKi6JhJPL_FAhaDePdy4-gw&amp;e=">www.linkedin.com/company/gerdau</a></p>https://www.gerdau.com/br09/12/2016 02:00:0009/02/2017 20:20:42
Portal de gestão e programação de produtos online da Gerdau é disponibilizado para clientes de todo o Brasil<p></p><p style="text-align&#58;justify;">A partir de agora clientes da Gerdau do país todo terão acesso ao portal de gestão e programação de produtos de corte e dobra. Além de realizar pedidos, o usuário cadastrado no portal (<a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.gerdau.com.br_corteedobra&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=Q1Jgy9xHFXiSZ5JNUZdVM6nE4K0PbWBtP9gOcBd8L7k&amp;s=5htinSerxrMRC_aym__olViu5_dn1-VvDj-KsWrsKuo&amp;e=">www.gerdau.com.br/corteedobra</a>) acompanha o status de entrega, recebe boleto via e-mail, visualiza notas fiscais e tem acesso a relatórios de consumo com informações da compra. A plataforma ainda possibilita o armazenamento de projetos e monitoramento da evolução da obra por meio de uma maquete virtual. </p><p><span style="text-align&#58;justify;">&quot;A ferramenta traz muitas facilidades para os nossos clientes e já é possível notar a aceitação do novo serviço. Atualmente cerca de 50% de nossos pedidos são geridos via portal&quot;, explica Marcos Faraco, diretor de Marketing e Vendas da Gerdau.</span></p><p><span style="text-align&#58;justify;">Para mais informações, a</span><span style="text-align&#58;justify;">cesse </span><a href="https&#58;//urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.gerdau.com.br_corteedobra&amp;d=DQMFAw&amp;c=qwStF0e4-YFyvjCeML3ehA&amp;r=a0VdnXo7FIYJz52TwIhASPv99HG5sgZV7sSA2Z2hhwM&amp;m=Q1Jgy9xHFXiSZ5JNUZdVM6nE4K0PbWBtP9gOcBd8L7k&amp;s=5htinSerxrMRC_aym__olViu5_dn1-VvDj-KsWrsKuo&amp;e=" style="text-align&#58;justify;background-color&#58;rgba(255, 255, 255, 0.85098);">www.gerdau.com.br/corteedobra</a></p><p><strong style="text-align&#58;justify;"><br></strong></p>https://www.gerdau.com/br08/12/2016 02:00:0009/02/2017 20:24:54
Gerdau, Sumitomo Corporation e Japan Steel Works iniciam a produção de peças para indústria eólica em 2017<p></p><p><em>A joint venture para produzir peças para as torres de geração de energia eólica a partir de aços forjados foi aprovada sem restrições pelo CADE</em></p><p><span style="text-align&#58;justify;"></span></p><p><span style="text-align&#58;justify;">A </span><em style="text-align&#58;justify;">joint venture</em><span style="text-align&#58;justify;"> formada pela Gerdau e empresas japonesas Sumitomo Corporation e The Japan Steel Works (JSW), acaba de ser aprovada, sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) no Brasil. Com isso, confirma-se o cronograma de implantação do projeto anunciado em janeiro deste ano. A partir do final de 2017, o empreendimento, localizado em Pindamonhangaba (SP), começará a fornecer peças forjadas para torres de geração de energia eólica. Além dos equipamentos para a indústria eólica, a nova empresa também produzirá cilindros para a indústria do aço e do alumínio, produtos que já vem sendo produzidos pela Gerdau e comercializados para mais de 30 países. A capacidade total de peças para indústria eólica e cilindros deverá alcançar 50 mil toneladas por ano.</span></p><p style="text-align&#58;justify;">A <em>joint venture</em> envolverá cerca de R$ 280 milhões em investimentos para a aquisição de novos equipamentos de produção. A Gerdau, por sua vez, deverá aportar principalmente os ativos para produção de cilindros. O empreendimento fornecerá aços forjados para a produção das peças para as torres de geração de energia eólica — eixo principal, rolamentos da pá e rolamento da torre. Serão gerados aproximadamente 100 novos postos de trabalho diretos.</p><p style="text-align&#58;justify;">&quot;A indústria eólica é um mercado com elevado potencial de crescimento no Brasil nos próximos anos e a parceria com Sumitomo Corporation e a JSW permitirá desenvolver produtos de alta tecnologia para nossos clientes e, consequentemente, boas oportunidades de negócios para a Gerdau, afirma o diretor de Aços Especiais Brasil da Gerdau, Fladimir Gauto.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Sumitomo Corporation e a The Japan Steel Works (JSW) são empresas japonesas com extenso conhecimento do mercado mundial de energia eólica e domínio tecnológico do processo de produção de componentes para esse setor. A união dos esforços da Gerdau com essas duas companhias permitirá a produção brasileira de peças para abastecer a construção de novos parques eólicos no País, oferecendo aos clientes produtos de elevada qualidade e competitividade em custos. A participação da Gerdau na sociedade deverá ser superior a 50% e, portanto, a Empresa será a principal sócia. A participação dos demais sócios será definida nos próximos meses.</p><p style="text-align&#58;justify;">As perspectivas para a indústria eólica no Brasil são muito promissoras. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, o Brasil possui cerca de 400 parques eólicos e, até 2020, deverão ser construídos mais 330 parques. A capacidade eólica instalada atual no País responde por 7% (10,2 GW) da matriz de energia elétrica. Em 2020, deverá alcançar 11% de participação (18,2 GW). A geração de energia eólica é especialmente propícia nas regiões nordeste e sul, pelos ventos constantes e condições favoráveis à instalação dos equipamentos. Além disso, a energia eólica é uma forma de geração limpa e sustentável, evitando a emissão de CO<sub>2</sub><sup> </sup>na atmosfera.​​​​​</p>https://www.gerdau.com24/11/2016 13:27:5224/11/2016 13:27:52
Receita líquida da Gerdau atinge R$ 8,7 bilhões no terceiro trimestre de 2016<p></p><p style="text-align&#58;left;">- EBITDA ajustado alcança R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre e, no acumulado do ano, chega a R$ 3,3 bilhões.</p><p style="text-align&#58;left;">- Despesas com vendas, gerais e administrativas são reduzidas em 23% no terceiro trimestre e, nos nove primeiros meses do ano, diminui em R$ 222 milhões como resultado do esforço de gestão da Empresa.</p><p style="text-align&#58;left;">- Fluxo de caixa livre, uma das prioridades da gestão financeira da Empresa, foi de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses de 2016.</p><p><br></p><p>A Gerdau encerrou o terceiro trimestre de 2016 com receita líquida de R$ 8,7 bilhões, uma redução de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior, decorrente dos menores volumes vendidos em todas as operações de negócio. As vendas físicas consolidadas, por sua vez, apresentaram queda de 21% frente ao terceiro trimestre do ano anterior, totalizando 3,7 milhões de toneladas, enquanto a produção de aço foi de 3,9 milhões de toneladas, volume 7% inferior em relação ao terceiro trimestre de 2015.</p><p>A geração de caixa operacional (EBITDA) consolidada ajustada, que inclui o EBITDA proporcional das empresas associadas e com controle compartilhado, chegou a R$ 1,2 bilhão, apresentando uma redução de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho é reflexo do menor desempenho da Operação América do Norte, parcialmente compensado pela melhor performance das demais operações. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, o EBITDA apresentou estabilidade, especialmente pelo melhor desempenho da Operação Brasil (não inclui usinas produtoras de aços especiais).</p><p>No terceiro trimestre, o lucro líquido consolidado ajustado foi de R$ 95 milhões, uma redução de 51% em relação ao mesmo período do ano passado, em razão da menor geração de EBITDA no período. Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido alcançou R$ 293 milhões. As despesas com vendas, gerais e administrativas (DVGA) foram reduzidas em 23% no terceiro trimestre e, nos nove primeiros meses do ano, diminuiu em R$ 222 milhões.</p><p>&quot;Conseguimos, neste trimestre, reduzir o impacto do difícil momento da indústria do aço no mundo e no Brasil a partir de nossos esforços de gestão, presentes em todas as operações. Com isso, foi possível reduzir despesas, aumentar nossas margens, ter uma geração importante de fluxo de caixa livre e, ao mesmo tempo, manter estável o endividamento líquido da Empresa. Em relação ao Brasil, apesar da melhora&#160;nas margens, antevemos para os próximos meses um cenário desafiador de mercado, com recuperação gradual e lenta do nível de atividade econômica e menor volume de exportações. Esse cenário de desafio também se aplica para nossas demais operações nas Américas. Por outro lado, seguiremos atuando&#160;fortemente&#160;em prol da geração de valor da Empresa, por meio de diversas frentes de trabalho, que passam pela modernização de nossa&#160;cultura&#160;empresarial, redução de custos e despesas, expressiva geração de fluxo de caixa livre, restrição de CAPEX, continuidade da reavaliação do potencial de&#160;ativos e implantação&#160;de iniciativas de inovação digital, entre outros&quot;, afirma o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter.</p><p>Na área de inovação digital, a Gerdau recentemente fechou uma parceria inédita com a GE Digital. A Empresa está sendo a primeira na indústria de aço mundial a implantar um Sistema de Monitoramento e Diagnóstico Online, que utiliza avançadas ferramentas de análise de dados para antecipar possíveis falhas nos equipamentos e realizar manutenção preventiva.&#160; &quot;A implantação de iniciativas diferenciadas, como o projeto com a GE Digital, já é resultado da evolução digital que estamos vivendo. Esse projeto está gerando ganhos importantes para as nossas usinas no Brasil, como aumento da eficiência industrial e redução de custos&quot;, afirma André Gerdau B. Johannpeter.</p><p>Estão sendo instalados 30 mil sensores em mil equipamentos de 11 plantas no Brasil, que permitem o monitoramento do desempenho dos equipamentos em tempo real. A central de monitoramento instalada na usina Ouro Branco (MG) irá acompanhar inicialmente o desempenho das usinas da Operação Brasil, mas a intenção é ampliar o uso desse sistema para as usinas de aços especiais e mineração no Brasil.</p><p>Ao longo do trimestre, os mercados atendidos pela Gerdau apresentaram redução de vendas. No Brasil, as vendas para o mercado interno (não inclui as unidades produtoras de aços especiais) totalizaram 928 mil toneladas no terceiro trimestre e continuaram sendo impactadas pelo menor nível de atividade da construção civil e da indústria, caindo 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas para o mercado interno atingiram 2,8 milhões de toneladas. As exportações alcançaram 554 mil toneladas de aço no terceiro trimestre e apresentaram queda (-32%) na comparação com o mesmo período de 2015, em razão do volume recorde alcançado no ano anterior. No entanto, nos nove primeiros meses do ano, as exportações apresentam uma evolução de 7% em relação a janeiro a setembro de 2015, totalizando 1,7 milhão de toneladas e contribuindo para compensar o menor desempenho do mercado interno.</p><p>As operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 1,4 milhão de toneladas no terceiro trimestre de 2016, apresentando uma queda de 18% frente ao mesmo período do ano passado, o que se deve à forte entrada de produtos importados na região, à menor atividade industrial e ao momento de cautela quanto à definição das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Já as unidades da América do Sul (não inclui Brasil) contabilizaram 516 mil toneladas vendidas, patamar 11% menor frente ao terceiro trimestre de 2015. As vendas realizadas pela Operação de Negócio Aços Especiais (inclui usinas no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia), por sua vez, totalizaram 437 mil toneladas, uma queda de 29% frente ao mesmo período do ano passado, especialmente pela alienação das unidades na Espanha.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos da Gerdau alcançam R$ 286 milhões no terceiro trimestre</strong></p><p><span style="text-align&#58;justify;">No terceiro trimestre, foram investidos R$ 286 milhões em ativo imobilizado (CAPEX). O maior desembolso ocorreu na Operação Brasil (50% do CAPEX) para finalização dos investimentos no laminador de chapas grossas na usina Ouro Branco (MG).</span></p><p style="text-align&#58;justify;">Conforme anunciado anteriormente, a Gerdau deverá fechar o exercício de 2016 com um desembolso de CAPEX em torno de R$ 1,5 bilhão, 35% abaixo do realizado em 2015. Para 2017, a previsão de desembolso de CAPEX é de R$ 1,4 bilhão, com foco em melhoria de produtividade e manutenção.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Pagamento de dividendos da Gerdau S.A. será realizado em 1º de dezembro</strong></p><p>No dia 1º de dezembro, a Gerdau S.A., com base nos resultados obtidos no terceiro trimestre,<strong> </strong>pagará́&#160;dividendos&#160;em&#160;antecipação ao&#160;mínimo obrigatório estipulado no Estatuto Social. Serão destinados R$ 34,2 milhões para os acionistas da Gerdau S.A. (R$ 0,02 por ação). Nos primeiros nove meses de 2016, a Gerdau S.A. destinou R$ 85,7 milhões (R$ 0,05 por ação) para pagamento de dividendos.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;left;"><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri. ​</p>https://www.gerdau.com09/11/2016 11:45:1609/11/2016 11:45:16
Conheça os engenheiros vencedores do Prêmio Talento Engenharia Estrutural 2016<p></p><p style="text-align&#58;center;"><em>Ganhadores foram selecionados por comissão julgadora formada por membros da Gerdau e ABECE</em></p><p style="text-align&#58;justify;">​A Gerdau, em parceria com a ABECE - Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural, anuncia os vencedores da 14ª edição do Prêmio Talento Engenharia Estrutural, considerada a maior premiação do segmento no Brasil. A iniciativa reconhece o trabalho de projetistas estruturais que contribuíram para o desenvolvimento do setor nas categorias Infraestrutura, Edificações, Pequeno Porte, Obras Especiais e Construção Industrializada. Neste ano, mais de 100 projetos foram inscritos para o prêmio.&#160;</p><p>A escolha dos vencedores foi feita por uma comissão de profissionais formada por membros da Gerdau e da ABECE. Entre os aspectos avaliados estão o uso adequado de materiais, a economia de produtos, a concepção estrutural, a implantação harmônica em relação ao ambiente, os processos construtivos, a originalidade, a beleza e a criatividade. Além dos vencedores de cada categoria, as obras escolhidas como Destaque do Júri e o projeto destaque no quesito Sustentabilidade recebem menções honrosas, assim como a escolhida pelo público na votação online.&#160;<br><br></p><p>Na categoria Infraestrutura, o vencedor foi Luciano Afonso Borges, com os projetos das Pontes Itapaiúna e Laguna, em São Paulo. Em Edificações, José Augusto de Avila conquistou a premiação com o Hotel Barão de Tefé, no Rio de Janeiro. Entre os projetos de Pequeno Porte, o primeiro lugar foi para Igor Techeira de Oliveira, com a Residência Daniela Berquó, em Goiânia (GO). Na categoria Obras Especiais, o prêmio ficou com Antônio José Gonçalves Monteiro, responsável pelo Centro Olímpico de Tênis, no Rio de Janeiro (RJ). Em Construção Industrializada, o ganhador foi Tamara Carvalho Freire, responsável pelo Edifício Garagem T2 da expansão do Aeroporto Galeão. Já a menção honrosa em Sustentabilidade foi para Leonardo Patricio Chaves, com reservatórios das Praças Niterói e Varnhagen, no Rio de Janeiro (RJ), e Carlos Alberto Szucs, responsável pela Residência Joá, também localizada no Rio de Janeiro (RJ). &#160;O Destaque do Júri ficou para Bruna Vidal Brocchi, com o Velódromo Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ). &#160;Por fim, na votação aberta ao público no site do prêmio, o vencedor foi Társis Rafael Silva Travassos Oliveira com a obra do Hotel SPaventura Ecolodge, em Ibiúna (SP).&#160;<br></p><p> <br>Ao longo de sua história, o Prêmio Talento Engenharia Estrutural acumula mais de 1,3 mil projetos inscritos e cerca de 40 premiados.&#160;<br> <br>Conheça a lista completa dos vencedores&#58;&#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>CATEGORIA INFRAESTRUTURA</strong><br> Vencedor&#58; Luciano Afonso Borges - Pontes Itapaiúna e Laguna (São Paulo/SP)<br> Menção honrosa&#58; Augusto César Guimarães Freire - Tecon (Itaguaí/RJ)<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>CATEGORIA EDIFICAÇÕES</strong><br> Vencedor&#58; José Augusto de Avila - Hotel Barão de Tefé (Rio de Janeiro/RJ)<br> Menção honrosa&#58; Virgílio Augusto Ramos - Edifício Vista Faria Lima (São Paulo/SP)&#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>CATEGORIA PEQUENO PORTE</strong><br> Vencedor&#58; Igor Techeira de Oliveira - Residência Daniela Berquó (Goiânia/GO)<br> Menção honrosa&#58; Gilberto Mascarenhas Barbosa do Vale - Casa das Crianças na Quinta do Lago (Petrópolis/RJ)&#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>CATEGORIA OBRAS ESPECIAIS</strong><br> Vencedor&#58; Antônio José Gonçalves Monteiro - Centro Olímpico de Tênis (Rio de Janeiro/RJ)<br> Menção honrosa&#58; Marcelo Correia Alcantara Silveira - Torre Eólica de Concreto (São Gonçalo Amarante/CE) &#160;&#160; &#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>CATEGORIA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA</strong><br> Vencedor&#58; Marcelo Alcântara Silveira - Etapa VI - Shopping Iguatemi (Fortaleza/CE)<br> Menção honrosa&#58; Eduardo Penteado - Praça Uberaba Shopping (Uberaba/MG)&#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>MENÇÃO HONROSA - SUSTENTABILIDADE</strong><br> Leonardo Patricio Chaves - Reservatórios - Praças Niterói e Varnhagen (Rio de Janeiro/RJ)&#160;<br> Carlos Alberto Szucs - Residência Joá (Rio de Janeiro/RJ)&#160;&#160; &#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>DESTAQUE DO JÚRI&#160;</strong><br> Bruna Vidal Brocchi - Velódromo Olímpico (Rio de Janeiro/RJ)&#160;<br> <br>•&#160;&#160; &#160;<strong>VOTAÇÃO ONLINE</strong><br> Társis Rafael Silva Travassos Oliveira - Hotel SPaventura Ecolodge (Ibiúna/SP)<br> <br><strong>Sobre a Gerdau</strong><br> A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.<br> <a href="http&#58;//www.facebook.com/GerdauSa">www.facebook.com/GerdauSa</a><br> @gerdau (<a href="http&#58;//twitter.com/gerdau">http&#58;//twitter.com/gerdau</a>)&#160;&#160; &#160;<br> <br><strong>Sobre a ABECE&#160;&#160; &#160;</strong><br> A ABECE (Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural) é a entidade de classe que reúne e representa o setor no País, defendendo seus interesses perante a categoria, os poderes constituídos e a sociedade. Fundada em 17 de outubro de 1994, conta atualmente com filiados em diversos Estados, congregando profissionais que movimentam mais de 80% das transações comerciais, em valor financeiro, relacionados ao ramo de Engenharia e Consultoria Estrutural. Para possibilitar o debate de questões locais e propagar as atividades empreendidas pela sede nacional (localizada em São Paulo - SP), a Associação possui delegacias regionais nas principais capitais brasileiras e no interior dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Mais informações podem ser obtidas no site <a href="http&#58;//www.abece.com.br/">www.abece.com.br</a>.&#160;​</p>https://www.gerdau.com/br28/10/2016 02:00:0009/02/2017 19:46:52

De
Nome
Para
Nome
E-mail