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Resultados da Gerdau no 1º trimestre<p>​- EBITDA ajustado alcança R$ 853 milhões nos três primeiros meses de 2017.</p><p style="text-align&#58;left;">- Redução nas despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&amp;A) chega a 32% no 1º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e 18% em relação ao quarto trimestre de 2016.</p><p style="text-align&#58;left;">- Gerdau anuncia formação de <em>joint venture</em> na Colômbia e, ao mesmo tempo, segue executando estratégia de focar em seus ativos com maior rentabilidade, o que resultou em R$ 441 milhões de desinvestimentos em 2017.</p><p style="text-align&#58;left;">&#160;</p><p>Nos três primeiros meses de 2017, a receita líquida da Gerdau foi de R$ 8,5 bilhões, uma redução de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior devido ao efeito cambial no período sobre o desempenho das unidades no exterior e à venda das unidades na Espanha. As vendas físicas, por sua vez, alcançaram 3,6 milhões de toneladas de produtos de aço, volume 7% menor frente ao mesmo período do ano anterior. Já a produção de aço, de 4 milhões de toneladas, apresentou 3% de decréscimo.</p><p>&#160;A geração de caixa operacional (EBITDA) consolidada ajustada, de R$ 853 milhões, foi 8% inferior perante o primeiro trimestre do ano anterior, decorrente do menor lucro bruto, parcialmente compensado pela redução de R$ 205 milhões nas despesas com vendas gerais e administrativas. Entretanto, quando comparado com o quarto trimestre de 2016, o EBITDA consolidado ajustado evoluiu 19%, cujo destaque foi o crescimento de 47% na Operação Brasil (exclui unidades de aços especiais), reflexo da melhora do mix de produtos oferecido ao mercado, entre outros fatores. De janeiro a março, o lucro líquido consolidado foi de R$ 824 milhões. No entanto, desconsiderando o evento extraordinário, a Companhia apresentou um prejuízo líquido consolidado ajustado de R$ 34 milhões, em razão do menor EBITDA no período analisado.</p><p>O resultado da Gerdau no primeiro trimestre de 2017 foi influenciado por um evento extraordinário relativo à reversão da provisão para contingência referente à exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições para o PIS e a COFINS, constituída de 2009 a 2016. Essa reversão foi baseada na conclusão do julgamento pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu pela inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na referida base de cálculo, e está amparada pelo posicionamento dos assessores jurídicos da Companhia de que a probabilidade de perda nas ações em curso passou a ser remota a partir da decisão do STF. Portanto, o efeito líquido dessa reversão e de outras provisões no resultado da Companhia no trimestre foi de R$ 858 milhões.</p><p>A Gerdau enfatiza, contudo, que, existe a possibilidade de o STF entender que é necessário aplicar o mecanismo da modulação a essa decisão, a qual é utilizada para determinar os efeitos temporais de uma decisão de inconstitucionalidade. Caso o STF aplique o mecanismo da modulação, limitando os efeitos da decisão no tempo, poderá ser necessária uma reavaliação do risco de perda associado às referidas ações, com a consequente necessidade de constituição de novas provisões sobre esse tema no futuro.</p><p>&quot;O desempenho no primeiro trimestre, excetuando o evento extraordinário, reflete o momento desafiador que a indústria mundial do aço vem enfrentando, em que se destacam o excesso de capacidade instalada e práticas de comércio desleais de alguns países no mercado global. No Brasil, acreditamos em uma evolução gradual do mercado a partir do segundo semestre de 2017. Na América do Norte, a expressiva entrada de aço importado segue impactando a rentabilidade do setor, mas as perspectivas de crescimento do mercado são positivas. Nossas prioridades para 2017 seguirão sendo a geração de fluxo de caixa livre, a seletividade de CAPEX, a redução dos indicadores de endividamento e a estratégia de focar em nossos ativos de maior rentabilidade. Neste ano, formamos uma <em>joint venture</em> na Colômbia e realizamos desinvestimentos no valor de R$ 441 milhões&quot;, afirma André Gerdau Johannpeter.</p><p>Ao longo do trimestre, os mercados atendidos pela Gerdau tiveram desempenhos distintos. No Brasil, as vendas para o mercado interno (não inclui as unidades produtoras de aços especiais) foram 4% inferiores em relação ao mesmo período do ano anterior e somaram 863 mil toneladas devido ao menor nível de atividade da construção civil. A redução foi parcialmente compensada pelas maiores vendas de aços planos, alinhadas à estratégia de diversificação do portfólio de produtos da Empresa. As vendas de aços planos, no primeiro trimestre de 2017, representaram 28% dos volumes vendidos no mercado interno. No período, as menores oportunidades no mercado internacional acarretaram numa redução de 22% nas exportações da Gerdau, que totalizaram 412 mil toneladas.</p><p>As operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 1,6 milhão de toneladas nos primeiros três meses de 2017, 3% a mais do que no mesmo período do ano passado, em razão da melhora no mercado da construção não-residencial e da indústria. Já as unidades da América do Sul (exceto Brasil) contabilizaram 489 mil toneladas vendidas, patamar 3% menor frente aos três primeiros meses de 2016. As vendas realizadas pela Operação de Negócio de Aços Especiais (incluindo usinas no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia), por sua vez, totalizaram 441 mil toneladas, uma queda de 30% frente ao primeiro trimestre de 2016, devido à alienação das unidades da Espanha.</p><p style="text-align&#58;center;"><strong><em>Joint venture </em></strong><strong>na Colômbia é anunciada e desinvestimentos somam R$ 441 milhões em 2017</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">Em 2017, a Gerdau deu continuidade a sua estratégia de focar em seus ativos de maior rentabilidade e, de janeiro a maio, realizou desinvestimentos que totalizaram R$ 441 milhões. Em março, a Gerdau também assinou contrato para criação de uma <em>joint</em> <em>venture, </em>a partir da venda de 50% de sua participação na Gerdau Diaco, na Colômbia, com a Putney Capital Management, que já é sócia em sua operação na República Dominicana. A transação atribuiu à <em>joint venture </em>um valor econômico de R$ 523 milhões, sendo que a parte referente aos 50% da Gerdau soma R$ 262 milhões. A transação ainda não está concluída e, por isso, Gerdau Diaco continuou sendo reportada como empresa controlada no balanço do primeiro trimestre. Além disso, foram vendidas quatro unidades de transformação de aços especiais e cinco plantas de produtos para construção civil nos Estados Unidos, cujo valor econômico totalizou R$ 179 milhões.​</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos da Gerdau alcançam R$ 237 milhões no primeiro trimestre</strong></p><p>&#160;No primeiro trimestre, foram desembolsados R$ 237 milhões para a realização de investimentos em ativo imobilizado (CAPEX).&#160; Para o exercício de 2017, a previsão de desembolso de CAPEX é de R$ 1,3 bilhão, em linha com o realizado em 2016. O foco dos investimentos é a melhoria de produtividade das operações e manutenção.</p><p style="text-align&#58;center;">&#160;<strong>​Gerdau não irá antecipar pagamento de dividendo neste trimestre</strong></p><p>De janeiro a março, o lucro líquido consolidado foi de R$ 824 milhões e foi influenciado pelo evento extraordinário relativo à reversão da provisão para contingência no valor de R$ 858 milhões. Considerando a possibilidade do STF efetuar a aplicação de modulação da decisão de inconstitucionalidade de forma prospectiva, o que poderia limitar a produção dos seus efeitos para os contribuintes, a Companhia não está propondo a distribuição de dividendos em antecipação ao dividendo mínimo obrigatório neste momento, acompanhando o tema até que haja a definição pelo STF.</p><p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</p>https://www.gerdau.com04/05/2017 13:30:0904/05/2017 13:30:09
Gerdau Summit inicia operações em São Paulo<p style="text-align&#58;left;">​<em>​Produção da joint venture em Pindamonhangaba abastecerá a construção de novos parques eólicos no País e atenderá a demanda dos segmentos de açúcar e álcool, óleo e gás e mineração</em></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau e as companhias japonesas <em>Sumitomo Corporation </em>e <em>The Japan Steel Works (JSW) </em>realizam hoje, dia 28 de março, a cerimônia de lançamento da <em>joint venture </em>Gerdau Summit em Pindamonhangaba (SP), com investimentos previstos de R$ 280 milhões. O novo empreendimento terá capacidade instalada anual de 50 mil toneladas por ano, voltadas para atender o setor de energia eólica e as indústrias de açúcar e álcool, óleo e gás, assim como o segmento de mineração. A produção de peças para o setor eólico está prevista para começar no início de 2018. No entanto, já estão sendo produzidas em Pindamonhangaba peças forjadas para o setor de açúcar e álcool e cilindros de laminação para a indústria do aço e do alumínio.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau detém 59% de participação na empresa e está realizando o aporte, principalmente, por meio dos ativos já existentes para produção de cilindros. Já a participação da Sumitomo é de 39% e da JSW de 2%.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Sumitomo Corporation e a The Japan Steel Works (JSW) são empresas com vasto conhecimento do mercado mundial de energia eólica e domínio tecnológico do processo produtivo de componentes para o setor. A união da expertise das duas companhias japonesas ao potencial industrial e capacidade de inovação da Gerdau permitirá a produção brasileira de peças para abastecer a construção de novos parques eólicos no País, oferecendo aos clientes produtos de elevada qualidade e competitividade em custos.&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;">Com o início da operação da <em>joint venture</em>, a Empresa espera crescer, até 2020, cerca de 70% a produção de peças forjadas para o setor eólico, peças fundidas e forjadas para outros segmentos, e cilindros de laminação. Para atender essa demanda, a Gerdau Summit deve gerar aproximadamente 100 novos postos de trabalho diretos em Pindamonhangaba.</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>&quot;</strong>A aliança entre Gerdau, Sumitomo e JSW permitirá crescermos juntos, compartilhar bons resultados e contribuir para o desenvolvimento de um setor que gera energia limpa e sustentável&quot;, afirma Guilherme G. Johannpeter, Vice Presidente Executivo de Aços Especiais e Aços Longos América do Sul da Gerdau. Segundo Takeshi Murata, diretor executivo da Sumitomo Corporation, &quot;a nova empresa contribuirá para atender as crescentes necessidades em infraestrutura no Brasil e em outros mercados do mundo nos próximos anos, particularmente nos países latino-americanos&quot;. Para Takashi Shibata, Diretor Executivo da The Japan Steel Works, &quot;a Gerdau Summit reúne pontos fortes das três empresas envolvidas e acredito que se tornará uma empresa líder em forjados e fundições na América Latina e também em todo o mundo&quot;.</p><p style="text-align&#58;justify;">As perspectivas para o setor eólico no Brasil são promissoras. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, o País possui cerca de 430 parques eólicos e, até 2020, deverão ser construídos mais 330 parques. A capacidade eólica instalada atual no País responde por 7% (10,74 GW) da matriz de energia elétrica. Em 2020, deverá alcançar 11% de participação (18,7 GW).</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Gerdau reativa laminador em Pindamonhangaba</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau realizou recentemente a reativação de um laminador de barras redondas, na usina de Pindamonhangaba, cujas atividades estavam temporariamente paralisadas em razão da menor demanda da indústria automotiva. O laminador tem capacidade instalada de 500 mil t/ano. Atualmente, todos os três laminadores da usina de Pindamonhangaba estão em operação.</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p><a href="/">www.gerdau.com</a></p><p><a href="http&#58;//www.facebook.com/GerdauSa">www.facebook.com/GerdauSa</a>&#160;&#160; </p><p>@gerdau (<a href="http&#58;//twitter.com/gerdau">http&#58;//twitter.com/gerdau</a>)</p><p><a href="http&#58;//www.linkedin.com/company/gerdau">www.linkedin.com/company/gerdau</a> </p>https://www.gerdau.com/br28/03/2017 18:15:2728/03/2017 18:15:27
Gerdau encerra o ano com R$ 38 bilhões de receita líquida<p></p><p>- EBITDA ajustado consolidado atinge R$ 4 bilhões, mesmo com cenário desafiador para a indústria do aço global e recessão econômica no Brasil, e lucro líquido consolidado ajustado totaliza R$ 91 milhões.</p><p>- Geração de caixa livre, uma das prioridades da gestão financeira da Empresa, chega a R$ 2,3 bilhões no acumulado do ano, com destaque para o valor de R$ 1,2 bilhão alcançado no quarto trimestre. É o sétimo trimestre consecutivo com geração positiva na Gerdau.</p><p>-&#160;Esforço de gestão da Empresa também se reflete nas reduções do Capex, das despesas com vendas, gerais e administrativas e da dívida líquida.</p><p>- Desinvestimentos somam R$ 1,3 bilhão em 2016, seguindo a estratégia da Empresa de focar em seus ativos com maior rentabilidade.</p><p>A Gerdau encerrou o ano de 2016 com receita líquida consolidada de R$ 37,7 bilhões, uma redução de 14% em relação a 2015 decorrente, principalmente, dos menores volumes de vendas de aço em todas as operações e da alienação das unidades aços especiais da Espanha. As vendas físicas e a produção somaram 16 milhões de toneladas, apresentando, respectivamente, decréscimo de 8% e 7% em relação ao ano anterior.</p><p>O resultado da Gerdau no ano de 2016 também foi influenciado por itens não-recorrentes, relativos a baixas contábeis, principalmente de imobilizados e ágio, no valor de R$ 2,9 bilhões, sem impacto no caixa. Com isso, a empresa está apresentando o EBITDA e lucro líquido ajustados, de forma a melhor refletir seu desempenho e o respectivo trabalho interno de gestão em todas as suas operações. Nessa linha, a geração de caixa operacional (EBITDA) ajustada, sem os itens não-recorrentes, alcançou R$ 4 bilhões, 10% de redução frente a 2015, em virtude do menor lucro bruto, parcialmente compensado pela redução de R$ 343 milhões nas despesas com vendas, gerais e administrativas. O lucro líquido consolidado ajustado, por sua vez, foi de R$ 91 milhões e, considerando os itens não-recorrentes, o resultado contábil foi negativo em R$ 2,9 bilhões.</p><p>&quot;Apesar dos desafios do setor do aço globalmente e da recessão econômica no Brasil, atingimos resultados positivos no exercício e, ao mesmo tempo, cumprimos as prioridades estabelecidas para 2016, graças ao forte esforço de gestão de nossas equipes em todas as operações. Em 2016, alcançamos R$ 2,3 bilhões de geração de caixa livre, reduzimos os investimentos em 43% em relação ao ano anterior e diminuímos em 13% as despesas gerais, administrativas. Com isso, conseguimos reduzir a dívida liquida em 26% e melhorar nossos indicadores de alavancagem. Somam-se a isso os desinvestimentos de R$ 1,3 bilhão realizados em 2016, fruto de nossa estratégia de focar em ativos com maior rentabilidade. Diante de todos esses movimentos, tivemos nossos esforços reconhecidos pelo mercado de capitais ao longo do ano, o que se refletiu na expressiva alta das ações da Gerdau S.A e da Metalúrgica Gerdau S.A em 2016, afirma o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter&quot;.</p><p>No quarto trimestre, a receita líquida da Gerdau foi de R$ 8,6 bilhões, uma redução de 18% perante o mesmo período de 2015. As vendas físicas atingiram 3,8 milhões de toneladas, uma redução de 2% frente ao mesmo período de 2015 e a produção totalizou 3,3 milhões de toneladas, apresentando 14% de diminuição. De outubro a dezembro, a geração de caixa operacional (EBITDA) ajustada foi de R$ 716 milhões, um decréscimo de 21% em relação ao quarto trimestre de 2015. Nos três últimos meses de 2016, a Gerdau apresentou resultado líquido negativo consolidado ajustado de R$ 205 milhões e, considerando os itens não-recorrentes, o resultado contábil foi negativo em R$ 3 bilhões no quarto trimestre de 2016.</p><p>Ao longo dos doze meses de 2016, as vendas físicas caíram em todos os mercados atendidos pela Gerdau. No mercado interno brasileiro, foram comercializados 3,7 milhões de toneladas em 2016, retração de 13% frente a 2015 pelo menor nível de atividade da construção civil e da indústria. No entanto, as exportações a partir do Brasil apresentaram aumento de 9%, atingindo 2,4 milhões de toneladas, devido ao esforço comercial realizado junto ao mercado internacional.</p><p>Em 2016, as operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 6 milhões de toneladas, 4% de redução em relação ao ano anterior, o que se deveu à contínua entrada de produtos importados na região e ao momento de cautela quanto à definição das eleições presidenciais nos Estados Unidos, suavizado pela manutenção da boa demanda para o setor da construção não-residencial na região. Já na América do Sul (não inclui operações no Brasil), as vendas somaram 2,1 milhões de toneladas, uma redução de 6% no ano em relação a 2015.</p><p>Na operação de aços especiais (inclui usinas no Brasil, Estados Unidos e Índia), foram vendidos 2,1 milhões de toneladas em 2016, 20% de diminuição em relação ao ano anterior, em razão da alienação das unidades na Espanha e, em menor proporção, à queda nos volumes comercializados pelas unidades do Brasil.</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>&#160;</strong><strong>Desinvestimentos somam R$ 1,3 bilhão em 2016</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau segue executando sua estratégia de focar em seus ativos de maior rentabilidade e, em 2016, os desinvestimentos totalizaram&#160;R$ 1,3 bilhão, considerando o seu valor econômico,&#160;relativos à venda das unidades de aços especiais na Espanha, de uma usina de aços longos na Colômbia, da Cleary Holdings Corp (produtora de coque e detentora de reservas de carvão coqueificável na Colômbia), da participação de 30% na empresa Corporación Centroamericana del Acero e de unidades de transformação e terrenos nos Estados Unidos. Desde 2014, os desinvestimentos já somam R$ 2,4 bilhões. Ao longo desses três anos, foram vendidos 13 ativos nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina.</p><div style="text-align&#58;center;"></div><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos totalizam R$ 1,3 bilhão no ano de 2016</strong></p><p>No ano de 2016, os investimentos em ativo imobilizado foram de R$ 1,3 bilhão, o que representa 43% de redução em relação ao exercício anterior, refletindo a seletividade nas aprovações de novos investimentos. Os destaques do ano foram a conclusão dos investimentos em aços planos, com a entrada em operação do laminador de chapas grossas na Usina Ouro Branco, e a finalização da construção da aciaria na Argentina, cuja entrada em operação está prevista para março de 2017.</p><p>Para o exercício de 2017, a Gerdau seguirá sendo restritiva no CAPEX, com previsão de desembolso de R$ 1,3 bilhão, focando na melhoria de produtividade e manutenção de suas plantas.​</p><div style="text-align&#58;center;"></div><p style="text-align&#58;center;"><strong>Gerdau S.A. distribui R$ 85,4 milhões em dividendos em 2016</strong></p><p>No exercício de 2016, a Gerdau S.A. destinou R$ 85,4 milhões (R$ 0,05 por ação) para pagamento de dividendos, distribuídos por conta de lucros obtidos nos primeiros nove meses de 2016 e por reservas de lucros pré-existentes.</p><p>A Metalúrgica Gerdau S.A, por sua vez, apresentou prejuízo líquido de R$ 1,4 bilhão em 2016. Mesmo que o resultado fosse ajustado pelo percentual de participação sobre os eventos extraordinários da Gerdau S.A. no exercício, o prejuízo da Metalúrgica Gerdau S.A. teria sido de R$ 239 milhões. Em função desse prejuízo acumulado e de compromissos financeiros superiores à sua geração de caixa, a Companhia não distribuiu dividendos no exercício de 2016.</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.&#160;</p><p>​</p>https://www.gerdau.com/br22/02/2017 14:47:2222/02/2017 14:47:22
Gerdau apoia mais de 600 projetos sociais voltados à educação<p style="text-align&#58;center;"><span>Em 2016, a empresa</span><em> beneficiou cerca de 200 comunidades</em></p><p style="text-align&#58;justify;">​Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das comunidades em que atua, a Gerdau apoiou mais de 600 projetos sociais ao longo do último ano. A empresa contou também com a atuação voluntária dos colaboradores e investiu mais de 23 milhões de reais nos projetos realizados nos países onde está presente. Conduzidas pelo Instituto Gerdau, área responsável pelas políticas e diretrizes de responsabilidade social da companhia, as iniciativas tiveram como foco prioritário as áreas de educação e gestão.</p><p>Um dos programas apoiados pela Gerdau tem a intenção de estimular o empreendedorismo nos jovens em idade escolar. O projeto &quot;Miniempresa&quot;, realizado em parceria com a Junior Achievement, associação educativa sem fins lucrativos, estimula os alunos a descobrirem o funcionamento de uma empresa. Apoiadora da iniciativa desde 1994, a Gerdau colabora com diversos programas de educação da ONG em diversos países. Somente em 2016, a parceria de sucesso beneficiou mais de 4 mil estudantes apenas no Brasil, com a participação de voluntários da empresa.</p><p>&quot;A Gerdau entende que o trabalho voluntário organizado funciona como um agente transformador da sociedade. Estamos honrados com as conquistas que alcançamos ao longo dos anos e seguiremos trabalhando nesse sentido em 2017, junto às comunidades das regiões onde estamos presentes&quot;, destaca Renato Gasparetto, diretor de Assuntos Institucionais e Responsabilidade Social da Gerdau.</p><p>&#160;</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</p>https://www.gerdau.com/br17/02/2017 19:33:3017/02/2017 19:33:30
Gerdau investe em novas soluções para o setor automotivo<p></p><p style="text-align&#58;center;"><em>Parcerias com IPT, CBMM e SENAI fazem parte do escopo do projeto</em></p><p><span style="text-align&#58;justify;">A sustentabilidade tem sido a base do avanço tecnológico no setor automotivo nos últimos anos. Diante disso, as empresas buscam aprimorar produtos e processos visando o aumento de eficiência e redução de custos na cadeia de produção. Pensando nos atuais desafios da indústria, a Gerdau, líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços para o setor automotivo, anuncia uma série de parcerias com as renomadas organizações IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) e Instituto SENAI de Inovação para o desenvolvimento de novas soluções</span><span style="text-align&#58;justify;">.</span></p><p style="text-align&#58;justify;">&quot;Fomentamos a inovação por meio de iniciativas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – PD&amp;I para que tragam benefícios para toda a cadeia de valor. Na Gerdau, buscamos estabelecer uma comunicação permanente com o setor automotivo, sendo referência na oferta de soluções em aços especiais e queremos ser a marca mais lembrada pelas montadoras no desenvolvimento de novos motores e veículos&quot;, destaca Carlos Daroit, gerente de Tecnologia de Aços Especiais da Gerdau.</p><p style="text-align&#58;center;">​&#160;​<strong style="text-align&#58;center;">Aplicações especiais para o setor automotivo</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">Uma das tendências deste mercado é o aumento da durabilidade de seus componentes. Esse comportamento se dá pela ampliação do período de garantia dos veículos. E para cumprir esses objetivos, o estudo e desenvolvimento da aplicabilidade dos aços limpos, que apresentam redução na densidade, na área e na severidade das inclusões, é de grande importância, pois apresentam maior resistência à fadiga, quando comparados aos aços convencionais, o que implica em maior durabilidade.</p><p style="text-align&#58;justify;">O desenvolvimento de aços bainíticos é outro tema estudado para ser empregado na confecção de diversos tipos de peças de motores de veículos leves e pesados, tais como virabrequins e bielas. Trata-se de aços para forjamento a quente com estrutura bainítica sob resfriamento contínuo, combinando alta resistência mecânica e alta tenacidade, possibilitando aumento de vida em fadiga, redução de peso e eliminação de etapas de tratamento térmico durante o processo produtivo.</p><p style="text-align&#58;justify;">Outros estudos que serão desenvolvidos pela Gerdau envolvem o processo de laminação termocontrolada. O objetivo é elevar a resistência mecânica por meio de refino de grão e de formação de pequenos precipitados. Além do projeto de usinabilidade melhorada, que tem como objetivo tornar os aços mais fáceis de serem usinados sem perdas em propriedades mecânicas e sem danos ambientais, há também o estudo de cementação em temperaturas elevadas para a redução do tempo de seu ciclo.</p><p style="text-align&#58;justify;">Para realizar esses estudos e viabilizar os projetos, a Gerdau conta com um Centro de Pesquisa localizado na unidade de Charqueadas – RS. O local conta com profissionais especializados no desenvolvimento de soluções inovadoras, que trazem valor à cadeia, com destaque para a automotiva, além de fomentar parcerias com universidades e centros de pesquisa no Brasil e no exterior, tornando-se referência mundial na fabricação de aços especiais.​</p>https://www.gerdau.com/br09/02/2017 18:22:2409/02/2017 18:22:24

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